Espere a tela ficar verde e clique o mais rápido que conseguir. São 5 medições — no fim você vê a média, o melhor tempo e onde isso cai nas faixas de referência.
Faixas de referência para reação visual simples — o tipo de estímulo deste teste. Servem para você se situar, não como avaliação clínica.
| Faixa | Leitura | Quem costuma cair aí |
|---|---|---|
| < 180 ms | Excepcional | Jogadores treinados, mouse com fio, monitor de alta taxa de atualização |
| 180–219 ms | Rápido | Quem joga com frequência ou pratica o gesto |
| 220–269 ms | Na média | A maior parte dos adultos, em qualquer aparelho |
| 270–329 ms | Abaixo da média | Cansaço, distração, celular mais lento |
| ≥ 330 ms | Lento hoje | Sono ruim, atenção dividida ou primeira tentativa |
Uma medição isolada não diz muita coisa: variação de 40 ms entre rodadas é normal. Por isso o teste usa a média de cinco, e por isso a comparação que importa é você contra você, no mesmo aparelho.
O tempo zero é capturado dentro do quadro que pinta o verde — não no instante em que o código pede a cor. Entre pedir e desenhar cabe um quadro inteiro, e é assim que sites mais frouxos entregam tempos “melhores” do que a realidade.
O fim vem do carimbo de tempo que o navegador coloca no evento de clique, no momento em que ele nasce. Se a página travar por 30 ms antes de rodar o código, esse atraso não entra na sua conta.
Nenhum teste de navegador separa você do seu hardware: a tela precisa acender e o toque precisa ser lido. Celular soma dezenas de milissegundos frente a um mouse com fio. Compare sempre no mesmo aparelho.
No LapseGP a tarefa não é só ser rápido: é parar o cronômetro no tempo-alvo, com quatro casas decimais e uma margem que encolhe a cada nível. Grátis, no navegador, com uma volta cabendo em 10 segundos.
É o intervalo entre um estímulo aparecer e o seu corpo responder. Aqui, o estímulo é a tela ficar verde e a resposta é o clique. O número inclui o olho e o cérebro perceberem a mudança e a mão executar o movimento — e também a latência do seu aparelho.
Para reação visual simples, a maioria dos adultos fica entre 200 e 300 ms, com média perto de 250 ms. Abaixo de 200 ms é rápido. Abaixo de 180 ms aparece com mais frequência em quem joga bastante e usa mouse com fio em monitor de alta taxa de atualização.
Deixa. A tela de toque e o painel somam alguns quadros ao caminho. Isso não significa que você ficou mais lento — significa que o aparelho entrou na conta. O jeito certo de acompanhar evolução é comparar medições feitas no mesmo aparelho.
Dentro de um limite. Sono, atenção e prática no gesto específico ajudam; cansaço, álcool e distração atrapalham. Boa parte do que parece “ficar mais rápido” é, na verdade, antecipação: aprender o ritmo do estímulo. Num teste com espera aleatória, como este, antecipar demais vira largada queimada.
Porque uma só é ruído. A variação normal entre tentativas do mesmo dia chega a algumas dezenas de milissegundos, então a média de cinco descreve muito melhor o seu estado atual do que qualquer clique isolado — inclusive o seu melhor.